Biah precisa viajar a Bauru para continuar tratamento; família busca ajuda para arrecadar R$2,5 mil

Em 09/09/2026
por Érica Guckert

A pequena Biah, de quatro anos, precisa viajar para Bauru, no interior de São Paulo, para dar continuidade ao tratamento de uma má-formação craniofacial. A menina é acompanhada por uma equipe de especialistas do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC-USP).

Entre os problemas de saúde identificados está a apneia obstrutiva do sono grave, condição que faz com que a respiração seja interrompida ou fique muito reduzida durante o sono. O problema foi identificado por meio de um exame chamado polissonografia, realizado em 1º de julho.

Por causa da apneia, a equipe médica solicitou, com prioridade, um aparelho CPAP para Biah. O equipamento ajuda a manter as vias respiratórias abertas durante o sono por meio de uma máscara colocada sobre o nariz. Para a menina, foi indicada uma máscara infantil, além de um umidificador e outros recursos para facilitar o uso do aparelho durante a noite.

Biah também precisa passar por acompanhamento com um médico otorrinolaringologista, especialista que cuida de problemas relacionados ao ouvido, nariz e garganta. A consulta faz parte da avaliação dos próximos cuidados necessários para a menina.

Nesta nova etapa do tratamento, Biah e a mãe, Regyane Gama, precisam permanecer por 14 dias em Bauru. A família busca arrecadar R$ 3.500 para custear a hospedagem durante o período. A diária da pousada onde as duas ficarão custa R$ 250.

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Até o momento, foram arrecadados R$ 980,49. Com isso, ainda faltam R$ 2.519,51 para alcançar o valor necessário.

A viagem está marcada para quarta-feira, 16, com saída do Aeroporto de Florianópolis. Durante a permanência em Bauru, Biah passará pelas consultas e demais atendimentos previstos pela equipe médica.

Para contribuir, as doações podem ser feitas por meio do Pix (47) 98482-4084, em nome de Biah da Silva Gomes.

Tratamento ao longo do crescimento

Biah nasceu com uma má-formação craniofacial e realiza acompanhamento médico ao longo do crescimento. Os tratamentos são definidos de acordo com as necessidades apresentadas pela menina e têm como objetivo melhorar sua saúde e qualidade de vida.

A mãe, Regyane Gama, mora com Biah em Bombinhas e conta com a solidariedade da comunidade para conseguir manter o tratamento da filha. Doações de qualquer valor podem ajudar com os custos da viagem e da permanência em Bauru.

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