Prensas reformadas começam a operar na Emasa e devem reduzir mau cheiro na ETE de BC

Em 28/07/2026
por Daiane Valentin

As duas prensas desaguadoras de lodo da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) começaram a ser reinstaladas em Balneário Camboriú nesta segunda-feira, 27. Os equipamentos são responsáveis por retirar a água do lodo gerado durante o tratamento de água e esgoto, reduzindo o volume do material e garantindo uma destinação mais eficiente dos resíduos. 

A primeira prensa, instalada na Estação de Tratamento de Lodo (ETL) da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Nova Esperança, deve entrar em operação até o fim desta semana.

Com investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, as duas prensas passaram por uma reforma completa para recuperar a capacidade operacional. Além de aumentar a eficiência do tratamento, a expectativa da Emasa é que a retomada do equipamento da ETE contribua para reduzir os episódios de mau cheiro registrados nas proximidades da unidade. 

Segundo a autarquia, os primeiros resultados devem ser percebidos pela população cerca de 15 dias após o início da operação.

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O processo de desaguamento é considerado essencial para o funcionamento das estações. Ao retirar parte da água presente no lodo, as prensas diminuem a umidade e o volume do material, facilitando o armazenamento, o transporte e a destinação ambientalmente adequada dos resíduos.

Na ETE Nova Esperança, o equipamento permite que o lodo retirado do processo biológico de tratamento do esgoto seja desidratado e removido com maior frequência, evitando acúmulos que possam comprometer a eficiência da estação.

Foto: Divulgação/Emasa
Prensa na Estação de Tratamento de Água

A segunda prensa reformada já foi reinstalada na Estação de Tratamento de Água (ETA), na Avenida Dona Amélia Cherem Pio. No local, o equipamento é utilizado para desidratar o lodo gerado durante o processo de clarificação da água antes da distribuição para a população.

Após a conclusão da reinstalação, as duas prensas passarão a operar conforme a demanda de cada unidade. 

De acordo com a Emasa, o objetivo da reforma não é aumentar a quantidade de lodo descartada, mas garantir que os equipamentos acompanhem a produção do material, evitando acúmulos, interrupções e perdas de eficiência nos sistemas de tratamento de água e esgoto.

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