Quatro empresas terão 180 dias para propor soluções para lodo da ETE em Balneário Camboriú

Em 24/09/2026
por Daiane Valentin

Quatro empresas terão 180 dias para desenvolver estudos e apresentar soluções para o tratamento e a destinação do lodo produzido pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Nova Esperança, em Balneário Camboriú. 

Elas foram habilitadas pela Emasa para participar da próxima etapa de um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), mas ainda não foram contratadas para executar os serviços.

Foram habilitadas a Ello Serviços, Obras e Participações Ltda., Bender Inovações Tecnológicas Ltda., Proactiva Meio Ambiente Brasil Ltda. e Vale Compostagem e Produção de Fertilizantes Orgânicos Ltda.

A habilitação permite que as quatro empresas desenvolvam estudos técnicos e apresentem diferentes alternativas para o tratamento, a valorização, o reaproveitamento ou a destinação final do lodo. O prazo de 180 dias começa a contar a partir da publicação do resultado da habilitação.

Nesta fase, a Emasa quer conhecer as tecnologias disponíveis e entender quais soluções podem ser aplicadas à estrutura e à operação da ETE Nova Esperança. Os estudos deverão considerar aspectos como viabilidade técnica, ambiental e econômica, investimentos necessários e custos de operação.

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Também serão avaliadas alternativas que possam reduzir ou eliminar gastos com transporte e destinação final do lodo e possibilitar o reaproveitamento do material na forma de subprodutos.

A contratação não está definida

A participação das quatro empresas nesta etapa não representa contratação, escolha de fornecedor ou autorização para execução dos serviços. O objetivo do PMI é justamente permitir que a Emasa receba e avalie diferentes estudos antes de decidir se alguma das soluções poderá ser adotada.

Depois que os estudos forem entregues, a comissão responsável pelo procedimento fará uma nova análise das propostas, considerando a viabilidade das tecnologias e a realidade operacional da ETE.

A partir dessas informações, a Emasa poderá avaliar os próximos passos para a gestão do lodo produzido na estação, incluindo uma eventual implantação de uma das soluções apresentadas.

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