Esgoto a céu aberto causa mau cheiro e dificulta passagem de pedestres em Camboriú; falha é em rede da Emasa

Em 15/04/2026
por Érica Guckert

O entupimento de uma rede de esgotamento sanitário da Emasa, de Balneário Camboriú, tem causado mau cheiro e incômodo a moradores de Camboriú que passam pela Avenida Santo Amaro. O caso foi registrado na terça-feira, 14, por uma pedestre, que relatou que a calçada em um dos pontos está com vazamento de esgoto, impedindo a passagem de pessoas.

De acordo com a denúncia, a situação ocorre próximo à rotatória de acesso à ponte Altamiro Domingos Castilho (Ponte do Barranco), no bairro São Francisco de Assis, no sentido Camboriú para Balneário Camboriú.

No relato, a denunciante informou que o esgoto estaria escorrendo do loteamento Denise, que fica nas proximidades. Em mensagem, destacou: “a calçada tá esse nojo”, o que, segundo ela, tem prejudicado moradores e pessoas que transitam na região.

Em contato com o secretário de Saneamento Básico de Camboriú, Alexandre Metsger, ele informou que, apesar de o vazamento ocorrer em território do município, a responsabilidade é da Emasa, já que se trata de um entupimento na tubulação do órgão.

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Ainda conforme o secretário, a Emasa informou que uma equipe técnica foi acionada e se deslocaria até a rua Avelon Cordeiro, onde ocorre o vazamento, que acaba escoando até a Avenida Santo Amaro e causando transtornos. A previsão é de que o problema seja solucionado ainda nesta quarta-feira, 15.

Implantação do esgotamento sanitário em Camboriú

Ao ser questionado sobre o andamento da implantação do sistema de esgotamento sanitário na cidade, que será de responsabilidade da concessionária Águas de Camboriú, o secretário Alexandre Metsger destacou que o processo está em fase de liberação e deve ser concluído ainda neste ano.

Ele também informou que está em fase final a cessão de um terreno do Instituto Federal Catarinense (IFC) para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

A área destinada à obra possui cerca de 25 mil metros quadrados e já teve a viabilidade técnica confirmada após estudo de solo.

No momento, o processo está em análise interna no instituto, que avalia as contrapartidas apresentadas pela Águas de Camboriú antes de decidir sobre a cessão do espaço.

O prazo estimado para a construção da estação, após a liberação das autorizações, é de um ano e quatro meses.

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