Os dados também indicam que 69% das pessoas abordadas em janeiro não voltaram a ser atendidas em fevereiro. Além disso, 80% dos atendidos neste ano não possuem vínculo com o município, o que aponta para um fluxo de pessoas que passam pela cidade, mas não permanecem.
Segundo o secretário de Assistência Social, Mulher e Família, Dão Koeddermann, os relatórios mostram que a maior parte das pessoas atendidas é migrante.
O levantamento aponta ainda que 69 passagens rodoviárias foram concedidas para pessoas que desejavam retornar às cidades de origem, número 11% maior que o registrado em janeiro.
No mesmo período, foram contabilizados 1.433 acolhimentos temporários na Casa de Passagem do Migrante e 31 acolhimentos em instituições conveniadas ao município.
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Em média, 83,1 pessoas foram abordadas por dia. As avenidas com maior número de atendimentos foram Av. Atlântica (468), Av. Brasil (137), AV. do Estado Dalmo Vieira (84) e Av. Central (81).
A Abordagem Social pode ser acionada pela comunidade pelo telefone 156, pelo aplicativo da prefeitura ou pelo WhatsApp (47) 98839-7075. Segundo o relatório, 54,8% das abordagens realizadas em fevereiro partiram de solicitações da população, enquanto o restante ocorreu por buscas ativas feitas pelas equipes nas ruas.